O corpo em ruína

No livro O corpo Impossível de Eliane Robert Moraes, ela faz uma revisão sobre como o corpo vem sendo apresentado desde o Modernismo até à arte contemporânea nas artes visuais e literatura. E relembra sobre a fragmentação do corpo com a experiência do pós-guerra.

2020 parece ser o ano onde certezas, planos e sistemas de crenças estão caminhando em marcha acelerada à ruína.

Já na primeira metade do século XX, o homem viu-se diante das duas grandes Guerras Mundiais e essa experiência, com grande avanço bélico e tecnológico, mudou a forma como o ser humano foi sendo abordado na arte, sendo que as formas humanas foram ficando cada vez mais desconstruídas e fragmentadas.

O cubismo surge como um dos movimentos que mais chamam atenção pelo início da desconstrução da forma.

O homem foi pensado diante da máquina e sua humanidade foi questionada também frente ao animal.

O corpo dilacerado pela experiência da guerra sobrevive como um sintoma na arte contemporânea e muitos artistas encontram-se na esteira da desconstrução do corpo ao trabalhar a decomposição da forma orgânica.

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