Escritos de Artistas

O livro Escritos de Artistas anos 60/70 é um grande compilado de textos de artistas, como o título já diz tão claramente.

Esse livro eu sempre consultava na biblioteca até adquirir o meu. Ele é ótimo para fazer pesquisa sobre arte contemporânea tendo como base a palavra do próprio artista, seja sobre sua obra, ou escrevendo sobre outros.

Pra quem gosta ou quer estudar mais sobre arte conceitual e minimalismo principalmente.

Destaco os textos:

Joseph Kosuth: A arte depois da filosofia, que é um clássico sobre arte conceitual;

Hélio Oiticica: A transição da cor do quadro para o espaço e o sentido de construtividade, onde ele escreve sobre o próprio processo de criação.


Tem textos ainda de Lygia Clark, Piero Manzoni, Allan Kaprow, Joseph Beuys, Artur Barrio, Richard Serra, e tantos outros grandes artistas que fizeram a arte das últimas décadas.

Tem organização de Glória Ferreira e Cecilia Cotrim.

Editora Zahar.

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Sinopse: Esse livro reúne mais de cinquenta textos produzidos nos anos 1960 e 1970 por artistas e grupos de variadas tendências, áreas de atuação e nacionalidades, inclusive inúmeros brasileiros que oferecem diversos pontos de vista e refletem o pensamento estético contemporâneo. A coletânea traz tanto escritos por vezes considerados clássicos até agora indisponíveis no Brasil, quanto ensaios que, na reflexão particular do artista, indicam uma nova abordagem da sua produção. Reproduzidos sempre na íntegra e seguindo a ordem de publicação original ou, em alguns casos, de sua produção, sugerem os possíveis diálogos dessas várias vozes, independentemente de rótulos. Material: manifestos, cartas, entrevistas e ensaios críticos, precedidos de comentários e um breve paronama do artista/autor. Artistas: Ad Reinhardt, Richard Serra, Joseph Beuys, John Cage, Lygia Clark, Hélio Oiticica, Grupo Rex, Artur Barrio, Anna Bella Geiger, entre outros. Temas: a definição, intenção ou direção de arte, o processo de produção de uma obra, o local de exibição ou de “acontecimento” da arte, novas mídias, a relação da arte com a política, entre outros. “Uma seleção marcada pelo rigor e pela integridade” – Paulo Sergio Duarte

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