A desconstrução do corpo na arte moderna

Como o assunto da semana é o corpo na arte moderna e contemporânea, aqui vai uma reflexão do livro O corpo impossível, de Eliane Robert Moraes.

No livro, a autora defende que o corpo foi muito explorado a partir da arte moderna pelo desejo de também o destruir. Mas a destruição nunca era completa, sempre identificamos as partes dos corpos, como nesta obra de Salvador Dalí de 1942.

O corpo na arte moderna e contemporânea são assuntos do meu curso Narrativas da Arte Contemporânea, lá eu abordo também sobre o pensamento de Eliane Robert Moraes, conheça agora o curso, CLIQUE AQUI!

O CORPO IMPOSSÍVEL

SINOPSE: A fragmentação da consciência, considerada um dos princípios fundadores do modernismo, desencadeou de forma correlata a ideia de fragmentação do corpo. No período entre o fim do século XIX e a Segunda Grande Guerra, diversos artistas e escritores se voltaram para a criação de imagens do corpo dilacerado, dispostos a subverter a tradição do antropomorfismo para inaugurar uma estética contemporânea aos dilemas de seu tempo.
Em O corpo impossível – escrito num estilo de notável clareza –, Eliane Robert Moraes recompõe o itinerário desse imaginário. Para tanto, promove uma análise da vertente do modernismo francês que vai de Lautréamont aos surrealistas, com particular atenção ao pensamento de Georges Bataille. Daí resulta uma fina interpretação do tema, cuja originalidade está justamente em colocar história e estética em diálogo.

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