Diante do tempo de Georges Didi-Huberman

No livro Diante do tempo, Georges Didi-Huberman explora a História da Arte por uma perspectiva anacrônica, ou seja, que não tem um começo, meio e fim.

A arte é entendida então não como evolutiva. O que veio antes, não é necessariamente pior ou menos evoluído do que o que veio depois. Nós não evoluímos na arte. Nós nos transformamos e ressignificamos.

Para Didi-Huberman, estar diante de uma obra é estar ao mesmo tempo diante do passado e do presente, pois a obra não cessa de se reconfigurar. Encontramos sempre algo novo nas obras de arte, não importa quanto tempo elas tenham de existência.

As relações da História da Arte e da arte contemporânea são assuntos do meu curso Narrativas da Arte Contemporânea, lá eu abordo também sobre o pensamento de Didi-Huberman, conheça agora o curso, CLIQUE AQUI!

DIANTE DO TEMPO

SINOPSE: Neste livro, Georges Didi-Huberman propõe uma arqueologia da historia da arte, ao formular uma multiplicidade de problemas e debates concernentes às relações entre a arte e o tempo, a partir da noção decisiva de anacronismo, tecida em tramas que envolvem as obras de Aby Warburg, Walter Benjamin e Carl Einstein. O movimento teórico empreendido pelo autor francês lança a imagem no centro do pensamento sobre o tempo, para assim articular novos dispositivos acerca da temporalidade e promover uma releitura da tradição que situa a história da arte como uma disciplina humanista.

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