Hélio Oiticica e o Esquema Geral da Nova Objetividade

O artista Hélio Oiticica escreveu o texto Esquema Geral da Nova Objetividade para pensar a arte brasileira em 1967. Essa Nova Objetividade seria a formulação de um estado típico da arte brasileira, mas Oiticica define que não é um movimento como o cubismo, por exemplo, mas é a reunião de múltiplas tendências. E define asContinuar lendo “Hélio Oiticica e o Esquema Geral da Nova Objetividade”

Tarsila do Amaral e o Abaporu

https://amzn.to/3keTAdl Tarsila do Amaral publicou o texto Pintura Pau-Brasil e Antropofagia em 1939 e refletiu sobre suas próprias obras e o momento da arte na década de 1920 e 30. Afirma que o movimento antropofágico de 1923 teve origem em sua tela Abaporu, que esboçou os primeiros traços em 1928. O movimento, que uniu artistasContinuar lendo “Tarsila do Amaral e o Abaporu”

O corpo impossível, Eline Robert Moraes

A dica de hoje é o livro O corpo impossível de Eliane Robert Moraes Ele é dividido em 3 partes com vários capítulos. Minha edição é da Iluminuras de 2012 e conta com ilustrações em preto e branco. Recomendo esse livro para quem quer pensar e entender mais sobre a desconstrução e fragmentação do corpoContinuar lendo “O corpo impossível, Eline Robert Moraes”

Samuel Beckett e Tatiana Blass: Fim de Partida

Essa não é propriamente uma indicação sobre um livro de história da arte, mas é um livro que amo e que conecta muito bem com a temática sobre ruína da semana.Samuel Beckett (1906-1989) escreveu inúmeras peças e novelas e a que eu trago hoje é Fim de Partida de 1957.  Na peça, quatro personagens encontram-se no interiorContinuar lendo “Samuel Beckett e Tatiana Blass: Fim de Partida”

Flávio de Carvalho e as ruínas do mundo

Você já parou pra pensar que contemplar as ruínas do passado pode ser tão importante quanto olhar para o presente? Dando continuidade ao tema de ruínas, hoje trago o assunto por outra perspectiva. O artista brasileiro Flávio de Carvalho (1899-1973) em seu livro “Os ossos do mundo” dedicou um de seus capítulos para escrever sobreContinuar lendo “Flávio de Carvalho e as ruínas do mundo”

Michael Archer e o que é arte?

Michael Archer em Arte Contemporânea uma história concisa, começa seu livro refletindo sobre como hoje parece não existir nenhum material em particular que seja reconhecido como material de arte, pois na contemporaneidade, além de tinta, metal e pedra, são utilizados ar, luz, som, palavras, pessoas, comidas e tantas outras coisas. O autor afirma que éContinuar lendo “Michael Archer e o que é arte?”

O historiador da arte Bernard Berenson e a felicidade

Bernard Berenson (1865-1959) foi um historiador da arte que se dedicou aos estudos da arte renascentista italiana. Ao escrever suas memórias no livro Esboço para um auto-retrato, reflete sobre a memória, sobre como em sua velhice enormes blocos de memória se desprendem e se dissolvem no esquecimento. Reflete ainda sobre a imortalidade, pois como nelaContinuar lendo “O historiador da arte Bernard Berenson e a felicidade”

O escolhido foi você, Miranda July

Miranda July (1974) é norte americana, é artista visual, atriz, roteirista, diretora, performer, escritora… Em O escolhido foi você (It chooses you na versão original), ela apresenta uma série de entrevistas e, ao mesmo tempo, relata o seu processo de criação do roteiro do filme O futuro.Você já parou pra pensar que o próprio processoContinuar lendo “O escolhido foi você, Miranda July”