4 curiosidades sobre Henri Matisse

Esses dias nos stories do Lendo lá no Instagram, eu falei sobre uma Henrimatização das estampas de roupas, da decoração… pois bem, isso não é um problema pra mim, pois eu adoro Henri Matisse (1869-1954).Aqui vão 4 questões sobre sua vida e obra. Vale lembrar ainda do conceito de ARQUIDESENHO que Yve-Alain Bois pensou em seu texto AContinuar lendo “4 curiosidades sobre Henri Matisse”

Já tem o seu livro da Artemisia Gentileschi da Tashen? Não? Claro que não, ele não existe!

As artistas EvaMarie Lindahl & Ditte Ejlerskov tem um projeto de arte chamado ABOUT: THE BLANK PAGES (Sobre: as páginas brancas). Elas mapearam em 2014 que a famosa editora que publica livros sobre artistas tinha 97 nomes de artistas publicados em seu catálogo, mas apenas 5 eram mulheres. EvaMarie e Ditte fizeram então o projetoContinuar lendo “Já tem o seu livro da Artemisia Gentileschi da Tashen? Não? Claro que não, ele não existe!”

Merzbau de Kurt Schwitters

Eu sou apaixonada pelo artista alemão Kurt Schwitters (1937-1980), e a sua obra Merzbau! Aqui sua casa além de ateliê, vira a própria obra! Vida e arte se misturam… Ela foi produzida primeiramente em Hannover, onde o artista começou seu projeto, em 1920, com a criação de colunas Merz, onde pedestais com bustos no topoContinuar lendo “Merzbau de Kurt Schwitters”

Camille Claudel

Eu fui voluntária no Museu de Arte de Joinville logo que a exposição da Camille Claudel abriu… eu tinha acabado de entrar na graduação de Artes Visuais em 2007… nem sabia muita coisa de história da arte… Mas que privilégio eu tive de passar um mês, todos os dias, convivendo com as obras da exposição,Continuar lendo “Camille Claudel”

Matisse, seus objetos e inspirações

Hoje a Odalisca Amarela de Matisse, pintura de 1937 está ao lado da banqueta de onde artista tirou a inspiração para pintá-la. Em 2017 eu vi a exposição “Matisse in the studio” que me marcou muito, onde as obras dele estavam expostas lado a lado dos objetos que ele havia pintado, bancos, banquetas, móveis, tapeçaria,Continuar lendo “Matisse, seus objetos e inspirações”

4 livros de Giulio Carlo Argan

Um dos historiadores da arte mais importantes a partir do século XX não poderia faltar aqui na página… Sim, estou falando de Argan, que é uma figura importante caso você queira pensar a Arte Moderna, talvez seu livro mais conhecido no Brasil, ou mesmo pensar o clássico, a arte italiana em outras edições não menosContinuar lendo “4 livros de Giulio Carlo Argan”

Ensaios fundamentais artes plásticas

Ensaios Fundamentais Artes Plásticas, de organização de Sérgio Cohn, reúne textos críticos de diversos autores que tratam de temas diferentes, mas todos sobre a arte brasileira, “A Bienal de lá pra cá” de Mário Pedrosa é um deles. A arte no Brasil do século XX se preocupou em produzir uma arte brasileira que, ao mesmoContinuar lendo “Ensaios fundamentais artes plásticas”

A escultura no campo ampliado

O texto A escultura no campo ampliado foi publicado originalmente na Revista October em 1979. A versão traduzida foi publicada na Revista Gávea em 1984. Você encontra facilmente essa versão em pdf jogando o nome no google. Apesar de pequeno, o texto é denso, e foi fundamental para que críticos e historiadores de arte repensassem a categoriaContinuar lendo “A escultura no campo ampliado”

6 livros de História da Arte a partir do século XX

A arte a partir do século XX se transformou de maneira avassaladora. De pintura e escultura passamos para uma profusão de linguagens que tomaram o espaço, se apropriaram de objetos, utilizaram o próprio corpo como base, adentraram as cidades etc. A arte moderna e contemporânea tem suas particularidades.  Aqui estão 6 livros que podem nos ajudarContinuar lendo “6 livros de História da Arte a partir do século XX”

O lado mais tenebroso

Mário de Andrade teria dito que se sentia assustado ao ver seu retrato feito pelo artista Flávio de Carvalho, pois mostrava seu lado mais tenebroso. Para o pesquisador Marcelo Moreschi essa frase atribuída a Mário de Andrade é na verdade apócrifa. Defende sua ideia e pesquisa no artigo “Mário de Andrade como ruína psicoetnográfica: oContinuar lendo “O lado mais tenebroso”