Pioneiras da fotografia: Lady Clementina Hawarden

Lady Clementina Hawarden (1822-1865) foi uma das pioneiras da fotografia Vitoriana. Utilizava membros de sua família como modelos de suas fotografias, tendo uma relação pessoal com os fotografados, principalmente suas filhas.   Os ambientes eram sempre a residência da família, em sua maior parte no interior de edificações, mas próximo das janelas, o que conferiaContinuar lendo “Pioneiras da fotografia: Lady Clementina Hawarden”

Ofélia de John Millais

Ofélia de John Millais, 1851–1852, é uma das pinturas mais icônicas da arte inglesa e também muito revisitada na arte desde então, vide um dos últimos post que fiz com a fotografia de Alessandra Sanguinetti, se não viu, confere aqui: https://lendoahistoriadaarte.com/2021/04/26/as-aventuras-de-guille-e-belinda-e-o-anigmatico-significado-de-seus-sonhos/ Shakespeare era um tema popular para os artistas vitorianos, embora Millais fosse um românticoContinuar lendo “Ofélia de John Millais”

As aventuras de Guille e Belinda e o anigmático significado de seus sonhos

Fiquei com vontade de compartilhar aqui na página alguns artistas que eu estudei ao longo da vida… Começo com Alessandra Sanguinetti e sua série fotográfica “As aventuras de Guille e Belinda e o enigmático significado de seus sonhos”.Na série, a artista mostra o idílico cotidiano das primas Guillermina e Belinda. Construindo um diário imagético noContinuar lendo “As aventuras de Guille e Belinda e o anigmático significado de seus sonhos”

Bloqueio criativo

Quem aqui já passou por uma fase onde parece que nada de novo pode sair de você? Seja um trabalho artístico, o pensamento sobre um conceito, um trabalho escrito, etc…Enfim, tantas coisas que envolvem a criação… O que você faz nessas situações?Vou compartilhar aqui algumas coisas que me ajudam… – Fazer uma pausa (sim, eu gostoContinuar lendo “Bloqueio criativo”

História da Beleza, da Feura e A vertigem das listas

No post de hoje eu trago três livros de Umberto Eco! Umberto Eco possui alguns livros onde podemos nos deleitar com a arte e a cultura! História da Beleza, História da Feiura e A vertigem das listas são três exemplares que estão longe de fazer uma historiografia com início, meio e fim bem definidos, masContinuar lendo “História da Beleza, da Feura e A vertigem das listas”

Curadoria de arte

A figura do curador no início estava ligada apenas à ideia de salvaguarda do acervo de museus,  era o profissional que cuidava da coleção, decidia que obras o museu iria adquirir, etc. Continuamos tendo essa figura? Sim. Mas também temos o curador independente de qualquer instituição, que transita de um lugar pro outro. Tem curador que é contratado apenas para aContinuar lendo “Curadoria de arte”

Arte Contemporânea e a mediação por textos

Você já foi em alguma exposição de arte contemporânea e sentiu que precisava ler algo antes pra entender em qual terreno estava pisando? Em seu livro Arte Contemporânea no Brasil, Maria Amélia Bulhões reflete sobre como a arte contemporânea parece precisar da mediação de textos, na parede da exposição, em catálogos e livros e tambémContinuar lendo “Arte Contemporânea e a mediação por textos”

Fruição

Vamos falar sobre FRUIÇÃO? No nosso caso, fruição estética? Você já está familiarizado com esse termo? Pois então, fruição estética está ligada a maneira como nos relacionamos com as obras de arte, até mesmo como consumimos sua presença nas exposições ou em imagens. Quando você vai em um museu, quanto tempo você se oferece paraContinuar lendo “Fruição”

A escultura no campo ampliado

O texto A escultura no campo ampliado foi publicado originalmente na Revista October em 1979. A versão traduzida foi publicada na Revista Gávea em 1984. Você encontra facilmente essa versão em pdf jogando o nome no google. Apesar de pequeno, o texto é denso, e foi fundamental para que críticos e historiadores de arte repensassem a categoriaContinuar lendo “A escultura no campo ampliado”