Anna Bella Geiger: Passagens Conceituais

No livro Anna Bella Geiger: Passagens conceituais, a autora Dária Jaremtchuk faz um panorama da arte conceitual no Brasil, com enfoque na produção da artista. Defende o que chama de teses alargadas da arte conceitual, e diz que ela não começou exclusivamente nos Estados Unidos com o artista Joseph Kosuth. Diz que o conceitualismo foiContinuar lendo “Anna Bella Geiger: Passagens Conceituais”

Hélio Oiticica e o Esquema Geral da Nova Objetividade

O artista Hélio Oiticica escreveu o texto Esquema Geral da Nova Objetividade para pensar a arte brasileira em 1967. Essa Nova Objetividade seria a formulação de um estado típico da arte brasileira, mas Oiticica define que não é um movimento como o cubismo, por exemplo, mas é a reunião de múltiplas tendências. E define asContinuar lendo “Hélio Oiticica e o Esquema Geral da Nova Objetividade”

Tarsila do Amaral e o Abaporu

https://amzn.to/3keTAdl Tarsila do Amaral publicou o texto Pintura Pau-Brasil e Antropofagia em 1939 e refletiu sobre suas próprias obras e o momento da arte na década de 1920 e 30. Afirma que o movimento antropofágico de 1923 teve origem em sua tela Abaporu, que esboçou os primeiros traços em 1928. O movimento, que uniu artistasContinuar lendo “Tarsila do Amaral e o Abaporu”

Flávio de Carvalho e as ruínas do mundo

Você já parou pra pensar que contemplar as ruínas do passado pode ser tão importante quanto olhar para o presente? Dando continuidade ao tema de ruínas, hoje trago o assunto por outra perspectiva. O artista brasileiro Flávio de Carvalho (1899-1973) em seu livro “Os ossos do mundo” dedicou um de seus capítulos para escrever sobreContinuar lendo “Flávio de Carvalho e as ruínas do mundo”