Walter Benjamin e o livro das Passagens

Essa é uma citação de Walter Benjamin do seu livro Passagens.Nesse livro, Benjamin escreve sobre uma infinidade de coisas e assuntos.Os meus capítulos preferidos desse longo livro são: 📚Espelhos (de onde tirei essa citação do post) 📚O intérieur, o Rastro 📚Panorama 📚A boneca, o autômato 😎📓Eu sou apaixonada pelo pensamento de Walter Benjamin, as reflexõesContinuar lendo “Walter Benjamin e o livro das Passagens”

Cópias e mais cópias

Quem aqui poderia ser sócio de uma máquina de xerox? Eu já fui salva inúmeras vezes pela cópia de um capítulo, um artigo importante… e você?Nem sempre vale a pena comprar o livro todo, não é mesmo? Ou não temos o recurso necessário pra despender em um livro caríssimo… então, fazemos uma cópia daquilo queContinuar lendo “Cópias e mais cópias”

9 Ideias de presentes com arte

Na dúvida ainda sobre o que comprar de presente?Um presente para família ou amigo secreto? Ou quem sabe um mimo pra você?Segue aqui algumas ideias! Qual você gostaria de ganhar? Manda essa lista discretamente (ou não) para possíveis interessados em te presentear haha. Livro infantil: Tarsilinha e as cores COMPRE AQUI SINOPSE: Conhecer a beleza dasContinuar lendo “9 Ideias de presentes com arte”

Autoficção e narrativa artística

Como o assunto da semana é autoficção, trouxe aqui uma reflexão de Serge Doubrovsky, um dos autores presentes no livro Ensaios sobre autoficção. O tema é explorado no livro pela perspectiva de diferentes autores. Palavras como autofabulação, autoficção fantástica, autoficção biográfica, narrativa, são exploradas ao longo do livro. Para Vincent Colonna, a aproximação da autoficção daContinuar lendo “Autoficção e narrativa artística”

Ensaios sobre autoficção

No livro Ensaios sobre autoficção, temos diversos textos sobre isso mesmo que o título fala, sobre quando os autores ficcionam sua própria vida, onde eles são os personagens de suas histórias ficcionais.Corta pras Artes Visuais… Os artistas com frequência abordam suas próprias vidas nas suas obras. E o conceito de autoficção está ligado à quandoContinuar lendo “Ensaios sobre autoficção”

Diante do tempo: passado e presente se encontram para Didi-Huberman

Como o assunto da semana é a História da Arte pela perspectiva de Georges Didi-Huberman, aqui vai uma reflexão básica do autor. Para ele, se estamos diante da imagem, estamos diante do tempo, no vão de uma porta aberta, na soleira da porta, nesse espaço de entremeios.Quando vemos uma obra do passado, podemos ver nelaContinuar lendo “Diante do tempo: passado e presente se encontram para Didi-Huberman”

Diante do tempo de Georges Didi-Huberman

No livro Diante do tempo, Georges Didi-Huberman explora a História da Arte por uma perspectiva anacrônica, ou seja, que não tem um começo, meio e fim. A arte é entendida então não como evolutiva. O que veio antes, não é necessariamente pior ou menos evoluído do que o que veio depois. Nós não evoluímos naContinuar lendo “Diante do tempo de Georges Didi-Huberman”

A desconstrução do corpo na arte moderna

Como o assunto da semana é o corpo na arte moderna e contemporânea, aqui vai uma reflexão do livro O corpo impossível, de Eliane Robert Moraes. No livro, a autora defende que o corpo foi muito explorado a partir da arte moderna pelo desejo de também o destruir. Mas a destruição nunca era completa, sempreContinuar lendo “A desconstrução do corpo na arte moderna”

O corpo na arte moderna e contemporânea

No livro O corpo impossível, Eliane Robert Moraes explora a estética desumana que surgiu através da experiência de guerra que tivemos no século XX.A autora aborda principalmente o surrealismo e a decomposição humana, mas também artistas e escritores que vieram antes desse período. No livro o ser humano é pensado diante do animal, dos seres imagináriosContinuar lendo “O corpo na arte moderna e contemporânea”

Cubismo e a desconstrução do espaço

Como o assunto da semana é o espaço na arte moderna, aqui vai uma reflexão do autor Alberto Tassinari sobre a maior contribuição do movimento cubista, a decomposição do espaço. O cubismo foi, para o autor, o primeiro exemplo de que a arte moderna era diferente do naturalismo, que retratava as coisas tal e qualContinuar lendo “Cubismo e a desconstrução do espaço”