O espaço na arte contemporânea

Alberto Tassinari em seu livro O espaço Moderno escreve sobre a comunicação entre o espaço do mundo em comum e o espaço em obra. Diz que o espaço do mundo em comum, o espaço que habitamos, é também o espaço da obra quando a obra está inserida no mundo e requisita parte dele para existir.Continuar lendo “O espaço na arte contemporânea”

Arte e inutilidade por Leminski

“O indispensável in-útil As pessoas sem imaginação estão sempre querendo que a arte sirva para alguma coisa. Servir. Prestar. O serviço militar. Dar lucro. Não enxergam que a arte (a poesia é arte) é a única  chance que o homem tem de vivenciar a experiência de um mundo da liberdade, além da necessidade. As utopias,Continuar lendo “Arte e inutilidade por Leminski”

E a beleza exorbitante?

No seu livro Beleza Exorbitante, Jean Galard escreve sobre a beleza que se apresenta na miséria e no horror. Fotografias de guerras e mazelas são abordadas pelo autor, que tem como mote do livro a exposição Êxodos de Sebastião Salgado para pensar a beleza e a brutalidade na arte.  Reflete sobre se as imagens que muitas vezesContinuar lendo “E a beleza exorbitante?”

Autorretrato do pintor

Iberê Camargo, assim como tantos outros artistas, voltou seus pensamentos e obras para si mesmo. A busca de uma identidade permeia todos nós, e o artista, por vezes, externaliza essa questão em suas obras, seja apresentando a si mesmo ou encontrando um pouco de si no outro, enxergando o ser externo como um duplo. EContinuar lendo “Autorretrato do pintor”

O pintor da vida moderna / Charles Baudelaire

Charles Baudelaire (1981-1867), em seu texto O pintor da vida moderna, se debruça sobre diferentes temas da modernidade, a partir das obras do pintor Constantin Guys. Baudelaire repara nos croquis de viagens que o Sr. G fazia para publicar em um jornal inglês. Ele atenta para o improviso em que eram feitos, no local, retratando oContinuar lendo “O pintor da vida moderna / Charles Baudelaire”

Que emoção! Que emoção?

No livro Que emoção! Que emoção? o historiador da arte Georges Didi-Huberman escreve sobre as emoções que nos acometem e que elas têm um poder de transformação. O autor lembra que é preciso confiar na criança que chora, mesmo na criança que existe dentro de si quando adulto. E quando se chora na frente do outro, é possível queContinuar lendo “Que emoção! Que emoção?”

A arte de descrever, Svetlana Alpers

A primeira edição de A arte de descrever de Svetlana Alpers foi publicada em 1983. Já na Introdução do livro, Alpers afirma que a arte holandesa é descritiva, feita para o olhar, e possui uma naturalidade de representação. Esse é o ponto chave do livro, que vai ficando cada vez mais claro quando avançamos na leitura. AContinuar lendo “A arte de descrever, Svetlana Alpers”

Biografias

Quem aqui gosta de biografias?Eu confesso que não dava a menor bola para o tema, até começar a estudar alguns anos atrás. Depois peguei gosto e adoro ler sobre artistas e personalidades, suas biografias e autobiografiasE aquelas biografias do artista sofredor? Principalmente nos filmes, porque artista sóbrio, sem problemas e feliz não vende não éContinuar lendo “Biografias”

Gaveta dos Guardados

Autobiografia de um dos maiores artistas brasileiros??? Temos! Em Gaveta dos Guardados, o artista Iberê Camargo escreve suas memórias de forma fragmentária, com lembranças do passado que vão e voltam. O livro não foi organizado por Iberê, mas por Augusto Massi. No livro, existe uma mistura de lembranças da infância e juventude no Rio GrandeContinuar lendo “Gaveta dos Guardados”