Arte Contemporânea e a mediação por textos

Você já foi em alguma exposição de arte contemporânea e sentiu que precisava ler algo antes pra entender em qual terreno estava pisando?

Em seu livro Arte Contemporânea no Brasil, Maria Amélia Bulhões reflete sobre como a arte contemporânea parece precisar da mediação de textos, na parede da exposição, em catálogos e livros e também da ação de monitores, mediadores de exposição.

Seria algo contraditório para uma arte que usa cada vez mais objetos e temas do cotidiano. Afirma ainda que a arte contemporânea se afasta dos grandes relatos da história da arte, e com isso se afasta do grande público, que teria dificuldade para compreender as proposições contemporâneas.

E você, o que pensa sobre o assunto?

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Arte Contemporânea no Brasil: https://amzn.to/3ab5y5O

Sinopse: Este livro aborda, com linguagem clara e informativa, o fenômeno da arte contemporânea no Brasil, relacionando as diferentes instâncias do sistema da arte: as instituições, o mercado e a crítica, entre outros. Propõe uma compreensão da arte além das obras e dos artistas.
Oferecido como uma porta de entrada para a produção atual, o livro ARTE CONTEMPORÂNEA NO BRASIL pode ser lido como um todo, mas também separadamente em cada um dos seus capítulos. Abrangendo as práticas artísticas no País, da segunda metade do século XX e do início do século XXI, apresenta uma amplitude de perspectivas e presenças regionais no panorama nacional. Único em sua proposta, esse livro é indicado tanto para alunos, professores e pesquisadores, quanto para o público em geral interessado no conhecimento da arte contemporânea no Brasil de forma completa e de fácil entendimento todo ilustrado em 4 cores.
Resultado de uma larga trajetória de pesquisa da autora, esta obra se apresenta como um guia de percurso no universo fluido e diversificado das artes visuais. Ele aguça e estimula o interesse sobre uma produção muitas vezes de complexo acesso, mas que tem muito a revelar sobre a nossa realidade e as distintas formas de ser e estar no mundo atual.

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Fruição

Vamos falar sobre FRUIÇÃO?

No nosso caso, fruição estética?

Você já está familiarizado com esse termo? Pois então, fruição estética está ligada a maneira como nos relacionamos com as obras de arte, até mesmo como consumimos sua presença nas exposições ou em imagens.


Quando você vai em um museu, quanto tempo você se oferece para contemplar ou mesmo participar de uma obra?

Quando eu visito exposições costumo ir passando os olhos e parar em frente daquelas obras que me chamam mais atenção já de longe. Se estou com mais tempo, vou de obra em obra e fico observando os detalhes. Alguns dias com mais, outros com menos paciência.
Você já parou pra pensar qual é a sua maneira de fruir? 

Você observa os detalhes, você dá tempo para a obra chegar até você? Ou passa correndo pelos corredores dos museus? Consegue perceber questões ou sentimentos que aquela obra provoca? Está mais interessado em fazer um check naquela obra famosa ou se deixa surpreender?


O ato de fruir está muito ligado à percepção pessoal, se temos pouco tempo para as obras, qual a qualidade dessas percepções? Visitar museus não é uma corrida pelo maior número visitado. Você já parou pra pensar que os grandes artistas e historiadores produziram arte e história da arte com muitíssimo menos acesso às imagens que nós?


Esse post tem a intenção de trazer mais perguntas mesmo do que respostas. Conta pra mim o que chegou pra você com essas perguntas!


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Ensaios fundamentais artes plásticas

Ensaios Fundamentais Artes Plásticas, de organização de Sérgio Cohn, reúne textos críticos de diversos autores que tratam de temas diferentes, mas todos sobre a arte brasileira, “A Bienal de lá pra cá” de Mário Pedrosa é um deles.

A arte no Brasil do século XX se preocupou em produzir uma arte brasileira que, ao mesmo tempo que estava em consonância com outros movimentos e artistas europeus e norte-americanos, também se comprometiam com algo que era só nosso, de uma questão de brasilidade, identidade nacional, voltadas muitas vezes para o nosso próprio contexto social. 

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Imagem: Lasar Segall, Bananal, 1927.

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Sinopse: Este livro apresenta escritos que imprimiram seu timbre na criação e no debate quando publicados e depois persistiram como documentos de época e sobretudo como fontes de referências. São escritos desse tipo produzidos no Brasil em todos os campos da reflexão e do debate que compõem a coleção que aqui se apresenta.

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A escultura no campo ampliado

O texto A escultura no campo ampliado foi publicado originalmente na Revista October em 1979. A versão traduzida foi publicada na Revista Gávea em 1984.

Você encontra facilmente essa versão em pdf jogando o nome no google.

Apesar de pequeno, o texto é denso, e foi fundamental para que críticos e historiadores de arte repensassem a categoria da escultura que, a partir dos anos 1960, já não dava mais conta de classificar obras que se expandiam no espaço da paisagem e se apropriavam e ocupavam o espaço da arquitetura. 

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Imagem: Mary Miss, Perimeters/Pavillions/Decoys, 1977-78.

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6 livros de História da Arte a partir do século XX

A arte a partir do século XX se transformou de maneira avassaladora. De pintura e escultura passamos para uma profusão de linguagens que tomaram o espaço, se apropriaram de objetos, utilizaram o próprio corpo como base, adentraram as cidades etc. 
A arte moderna e contemporânea tem suas particularidades. 

Aqui estão 6 livros que podem nos ajudar a entender a história da arte e a crítica de arte a partir do século XX. 


Cada livro é uma abordagem distinta, pensando O espaço moderno com Tassinari e a Escultura no campo ampliado no texto de Rosalind Krauss. Adentrando as questões do corpo com Eliane Robert Moraes, a arte contemporânea como herdeira direta do Pop e Minimalismo com Michael Archer. A arte brasileira nisso tudo fica com os Ensaios fundamentais, com diversos autores, e o pensamento sobre arte conceitual com Jeremtchuk.

Todos esses 6 livros eu abordo no meu curso História da Arte em 18 autores, contando um pouco do que tem em cada um deles, as percepções, os conceitos, questões que aparecem, como eles são. Além de sugerir links úteis e instigar a algumas reflexões.

Ficou com vontade? Acesse o link e conheça mais sobre o curso: https://hotm.art/HL3g7ytB

Compre os livros indicados pelo link:

O corpo impossível: https://amzn.to/3siEdVs

Sinopse: A fragmentação da consciência, considerada um dos princípios fundadores do modernismo, desencadeou de forma correlata a ideia de fragmentação do corpo. No período entre o fim do século XIX e a Segunda Grande Guerra, diversos artistas e escritores se voltaram para a criação de imagens do corpo dilacerado, dispostos a subverter a tradição do antropomorfismo para inaugurar uma estética contemporânea aos dilemas de seu tempo.
Em O corpo impossível – escrito num estilo de notável clareza –, Eliane Robert Moraes recompõe o itinerário desse imaginário. Para tanto, promove uma análise da vertente do modernismo francês que vai de Lautréamont aos surrealistas, com particular atenção ao pensamento de Georges Bataille. Daí resulta uma fina interpretação do tema, cuja originalidade está justamente em colocar história e estética em diálogo.

Ensaios Fundamentais Artes Plásticas: https://amzn.to/3ab5Fyc

Sinopse: Este livro apresenta escritos que imprimiram seu timbre na criação e no debate quando publicados e depois persistiram como documentos de época e sobretudo como fontes de referências. São escritos desse tipo produzidos no Brasil em todos os campos da reflexão e do debate que compõem a coleção que aqui se apresenta.

Anna Bella Geiger, passagens conceituais: https://amzn.to/3abrpdh

Sinopse: O livro discute as problemáticas referentes a Arte Conceitual durante a década de 1970 e suas manifestaçoes artísticas no panorama artístico brasileiro, tendo como fio condutor a obra da artista plástica. Anna Bella Geiger: passagens conceituais demonstra que é possível pensar na existência de uma arte conceitual de “declinaçao brasileira”, ao dialogar ativamente com análises da poética, elaboradas no estrangeiro, e ao determinar sua pertinência para o quadro nacional.

O espaço moderno: https://amzn.to/3ga0aUn

Sinopse: O crítico de arte paulista Alberto Tassinari procura entender a passagem da arte moderna para a arte contemporânea, usando como fio condutor a ideia de que a arte contemporânea pode ser melhor compreendida por meio de uma conceituação de seu espaço. Importante contribuição para o entendimento de momento crucial da história da arte, o livro afirma uma disposição democrática ao articular os diferentes momentos artísticos, em lugar de excluí-los.

Arte Contemporânea uma história concisa: https://amzn.to/3ab4oXW

Sinopse: Durante os últimos quarenta anos, mudanças profundas e variadas ocorreram na arte, tendo a divergência de estilo como característica mais marcante. Este panorama explora de maneira brilhante a eterna questão – a da relação da arte com a vida cotidiana – que perpassa o Minimalismo, o Pop, a Arte Conceitual, a Performance e as muitas feições assumidas pelos trabalhos de Warhol, Beuys, Bourgeois e de muitos outros artistas cuja obra é discutida e ilustrada. Com um quadro cronológico, figuras-chavee importantes eventos mundiais apresentados de maneira sucinta, além de uma completa bibliografia, este livro constitui uma rica fonte de informações e oferece uma visão única e indispensável da evolução da arte nas quatro últimas décadas.


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Iberê Camargo

Em Gaveta dos Guardados, o artista Iberê Camargo escreve suas memórias de forma fragmentária, com lembranças do passado que vão e voltam. Há uma mistura de lembranças da infância e juventude no Rio Grande do Sul, da vida adulta e o início como pintor e suas experiências nas artes.

Quer saber mais sobre GAVETA DOS GUARDADOS? Se inscreva no curso História da Arte em 18 autores!

Lá temos uma áudio aula específica sobre o livro, abordando seu conteúdo e trazendo reflexões.

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Imagem: Iberê Camargo, Os idiotas, 1991.

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Pra que serve a biografia/autobiografia de um artista?

Nesse vídeo eu falo um pouco sobre isso e dou vários exemplos de livros biográficos do mundo da arte. Todos eles fazem parte do meu curso História da Arte em 18 autores, acesse para saber mais: https://hotm.art/HL3g7ytB

Eu gravei esse vídeo para o IG TV do Instagram, mas resolvi compartilhar aqui também.

Se você ainda não me segue lá, procure por @lendoahistoriadaarte

https://www.instagram.com/lendoahistoriadaarte/

O diário de Frida Kahlo

A artista mexicana Frida Kahlo (1907-1954) produziu inúmeras pinturas e desenhos ao longo de sua vida. Sua história é permeada por dores físicas em decorrência de um acidente e suas dores de amores.

Publicado no Brasil sob o título O diário de Frida Kahlo – um autorretrato íntimo, a artista documenta sua biografia pessoal e política, faz anotações poéticas de pinturas, desenhos e poemas. 

Seu diário é um caderno de pensamentos, uma montagem de ideias e reflexões. 

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Citação p.36 e imagem p.161.

Dia da mulher

Que nesse dia da mulher a gente possa ter mais respeito, mais visibilidade e que não sejamos apagadas e silenciadas da História da Arte!

Um viva para todas as mulheres artistas, pesquisadoras, professoras, estudantes das artes… mulheres que lutam ao mesmo tempo que colorem o mundo!

E um agradecimento especial a todas as mulheres da minha vida! Minha mãe, minha irmã, minha sogra, minhas amigas, minhas professoras, minhas mentoras.

São elas que fizeram meu mundo desde cedo.

Imagem: Sem título, Abigail de Andrade, s.d. #mulheresartistas #diadamulher #mulher #arte #historiadaarte #abigaildeandrade