Se você pudesse visitar qualquer museu do mundo hoje, qual seria?

Louvre, MASP, MoMa???

Andar pelos corredores e descobrir obras que nunca havia visto ou rever um museu que já visitou, mas gostaria de ir de novo…

Eu entraria fácil hoje pela porta da Pinacoteca de São Paulo, sou apaixonada pelo acervo!

E você, qual museu do mundo você gostaria de entrar hoje?
#museu #arte #museudearte

O que é arte contemporânea?

A arte contemporânea faz uma ruptura de paradigmas. É um período sem categorias ou movimentos e tem a predominância do hibridismo.

Conheça mais no vídeo abaixo, uma aula gratuita do curso NARRATIVAS DA ARTE CONTEMPORÂNEA.

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Arte contemporânea: material para baixar

No meu curso Narrativas da Arte Contemporânea eu começo abordando o que é a arte produzida a partir dos anos 1960. Nós fazemos uma linha do tempo, refletimos sobre conceitos, tem aulas com exemplos de obras, pensamentos, etc.

Outro módulo é sobre Arte e Espaço, que aborda as transformações de obras modernas e contemporâneas, abrange esculturas, instalações, intervenção, essas coisas.

E no meu curso os módulos tem material para baixar, sempre com indicações de livros, filmes, links para conhecer mais os artistas abordados, bibliografia para se aprofundar.

Vou deixar aqui o material de 2 módulos para que você acesse esse conteúdo de forma gratuita:

Você pode comprar o curso Narrativas da Arte Contemporânea nesse link: https://www.udemy.com/course/narrativas-da-arte-contemporanea/?referralCode=C5530CDE38A3CD00E822

Aguardo você por lá!

O que faz uma obra de arte uma obra de arte?

Você saberia responder essa pergunta?
Eu poderia levantar algumas questões. Uma delas é que a obra de arte para ser obra de arte não pode se fechar em si mesma, ela precisa se abrir para os significados.
E encontrar morada nas diversas apreciações.
Cada vez que alguém olha para ela, consegue ver coisas diferentes. É por isso que a gente continua escrevendo teses sobre a Mona Lisa, sobre a Vênus, por exemplo… depois de séculos ainda encontramos coisas diferentes nas obras.
Como diria Didi-Huberman, a história da arte nunca cessa de se reconfigurar.


#arte #historiadaarte #didihuberman #obradearte

Qual obra de arte já te surpreendeu?

Sabe quando a gente está andando pelos corredores de um museu um pouco errante? Ou folheando um livro, visitando um site, vendo o feed das redes sociais e, de repente, aparece algo que salta aos nossos olhos, grita pela nossa atenção?

Pois é, já te ocorreu isso com uma obra ou a imagem dela?

Eu já me surpreendi com essa obra aí da imagem, do artista Jan van Huysum, uma pintura de 1720, carregada de detalhes apaixonantes. Num primeiro olhar de longo só vemos um amontoado de flores, mas se chegamos perto ou olhamos os detalhes, eles são surpreendentes.
Eu gostei tanto que comprei uma caneca com a estampa, sim, sou dessas haha.
E a obra que te surpreendeu, qual foi?
#arte #historiadaarte #janvanhuysum

Qual livro mudou o seu entendimento sobre arte?

Eu me lembro de ter lido o título do livro do Hans Belting e pensado: sério isso?


O fim da História da Arte para mim foi um bom livro que mudou meu entendimento sobre a arte e sua história. Claro que não foi só esse. Poderia citar também Didi-Huberman e A imagem sobrevivente, um marco também pro meu desenvolvimento.


E pra você, qual foi o livro que mudou a sua forma de entender, enxergar ou até mesmo, consumir arte?
#livrodearte #arte #historiadaarte 

Ilya e Emilia Kabakov

Ilya Kabakov (1933-) é um artista de origem ucraniana na época em que a Ucrânia fazia parte da União Soviética[1]. Nasceu na cidade de Dnepropetrovsk, viveu por 30 anos em Moscou e com 54 anos de idade imigrou para os Estados Unidos, onde reside atualmente.

Ainda na União Soviética, estudou na VA Surikov Art Academy, em Moscou, e trabalhou por muitos anos como ilustrador de livros infantis, sendo artista oficial do governo soviético. Ao mesmo tempo, também fazia parte de um grupo de artistas fora do sistema oficial da arte soviética chamado de Moscow Conceptualism[2], um movimento que aconteceu por volta das décadas de 1960 e 1970 e que possuía um retorno ao realismo.

A partir de 1989, Ilya Kabakov passou a assinar todas as suas obras em colaboração com sua futura esposa, também ucraniana, Emilia Kabakov (1945-), que era sua prima distante. Seu nome de batismo era Emilia Lekach, deixou a União Soviética em 1973 como pianista profissional, antes de emigrar, estudou literatura e música na Universidade de Moscou. Morou em alguns países até se estabelecer também nos Estados Unidos, onde trabalhou como curadora e consultora de arte.

Ilya e Emilia Kabakov possuem uma extensa participação em exposições coletivas e individuais ao redor do mundo, que somadas, muitas vezes, ultrapassam uma dezena em um único ano.


[1] A União Soviética foi um estado socialista que reuniu várias repúblicas soviéticas entre os anos 1922 e 1991. Era liderada pelo Partido Comunista e sua capital foi Moscou. Sob o governo de Josef Stalin entre 1927 e 1953 imperou o estilo do realismo socialista, e outras formas de expressão foram duramente repreendidas. A partir da década de 1960 a censura começa a diminuir e experimentações vão sendo feitas como a do grupo não oficial de arte que Ilya Kabakov fazia parte.

[2] Termo cunhado pelo crítico Boris Groys.

Se você for utilizar qualquer informação deste artigo, por favor, faça a citação dele. As informações aqui fazem parte de minha tese de doutorado.

Tenho artigos publicados sobre os artistas, você pode conferir e baixar no site da Academia:

(PDF) A presença da narrativa na instalação Ten Characters de Ilya Kabakov | Viviane Baschirotto – Academia.edu

(PDF) Habitar a possibilidade de uma narrativa em Ilya e Emilia Kabakov | Viviane Baschirotto – Academia.edu

(PDF) Ilya e Emilia Kabakov na exposição Not everyone will be taken into the future.pdf | Viviane Baschirotto – Academia.edu

Minha tese: (PDF) NARRATIVAS FICCIONAIS NA ARTE CONTEMPORÂNEA: ALESSANDRA SANGUINETTI, MIRANDA JULY, ILYA KABAKOV | Viviane Baschirotto – Academia.edu

A fotografia de Julia Margaret Cameron

Julia Margaret Cameron (1815 – 1879) foi uma fotógrafa britânica, uma das pioneiras da fotografia vitoriana.
Começou a fotografar aos 48 anos, quando ganhou uma câmera fotográfica de presente de sua filha.

O estilo de fotografia dela com foco suave e que deixava transparecer o processo de fotografar foi considerado por muitos críticos de sua época como desleixo, mas Julia Cameron tratava a fotografia como arte.
Na sua época, os equipamentos de fotografia eram grandes e pesados, e a fotógrafa também revelava suas fotos, as vezes até fazia algumas intervenções nela.
Fazia fotografias principalmente de familiares e amigos da família, e usava muito o recurso de close-up, uma de suas principais características.

Hoje o Victoria and Albert Museum em Londers possui a maioria de suas fotografias. O museu é bastante conhecido por ter um acervo rico dos pioneiros da fotografia.
E você, conhecia o trabalho de Julia Cameron?


#fotografia #juliamargaretcameron #juliacameron #victoriaandalbertmuseum

4 livros sobre fotografia

A fotografia se consolidou como uma linguagem artística principalmente a partir do século XX, desde então seu questionamento se é ou não um tipo de arte foi perdendo cada vez menos terreno.
A fotografia como arte já faz parte dos nossos grandes manuais da história da arte moderna e contemporânea.
Mas pensar a fotografia vai muito além disso, por isso selecionei esses 4 livros aqui para quem quer estudar mais sobre a técnica, mas também pensar sobre o que é a fotografia, sobre o que ela fala, sobre memória, registros…

A fotografia é algo tão comum para nós hoje, temos acesso a tantas delas todos os dias, vemos muito mais imagens hoje do que tantos artistas, críticos e historiadores da arte do passado, somos tão privilegiados! Temos acesso a tantas obras de arte por meio delas, e ganhamos mais uma forma de produzir arte!

#fotografia #susansontag #rolandbarthes #philippedubois #photograpy

Sobre fotografia, ganhador do National Book Critic Circle Award de 1977, é um livro que fez história no âmbito dos estudos da imagem. Publicado originalmente no Brasil em 1983, reúne seis ensaios escritos na década de 70, em que a romancista e filósofa Susan Sontag analisa a fotografia como fenômeno de civilização desde o aparecimento do daguerreótipo, no século XIX. O resultado é uma história social da visão, demonstrando seu lugar central na cultura contemporânea. Sontag extrapola os domínios da técnica da fotografia, enfoque que desliga a prática fotográfica do quadro social que a inventa e a consome. Abrangentes e reflexivas, as análises dialogam com a filosofia, a sociologia, a estética e a arte pictórica. A erudição da autora não se traduz, porém, em hermetismo. Seu estilo é simples, direto, leve e sedutor, marca de uma das mais atuantes intelectuais da atualidade. “A realidade, como tal, é redefinida pela fotografia”, escreve ela ao discutir as relações entre os acontecimentos e as imagens produzidas a partir deles. Sontag mostra como as noções de fato e representação se embaralham nas sociedades industriais e consumistas, onde “tudo existe para terminar numa foto”.

Este livro apresenta que a foto não é apenas uma imagem, é também, antes, um verdadeiro ato irônico, uma imagem, se quisermos, mas em trabalho, algo que não é possível conceber fora de suas circunstâncias, do jogo que a anima. O meio mecânico, óptico-químico, pretensamente objetivo implica ontologicamente a questão do sujeito em processo.

Publicado pela primeira vez 1980, A câmara clara inovou a abordagem da linguagem fotográfica e se tornou uma das maiores referências no assunto até hoje. O clássico de Roland Barthes não é um tratado sobre a fotografia como arte, nem uma história sobre o tema. Como em muitos de seus trabalhos, o escritor francês rejeita os caminhos mais percorridos e se lança à tarefa de decifrar o signo expressivo, o objeto artístico, a “obra” entendida como mecanismo produtor de sentido.

Photographs Not Taken is a collection of photographers’ essays about failed attempts to make a picture. Editor Will Steacy asked each photographer to abandon the conventional tools needed to make a photograph–camera, lens, film–and instead make a photograph using words, to capture the image (and its attendant memories) that never made it through the lens. In each essay, the photograph has been stripped down to its barest and most primitive form: the idea behind it. This collection provides a unique and original interpretation of the experience of photographing, and allows the reader into a world rarely seen: the image making process itself.

Photographs Not Taken features contributions by:

Peter Van Agtmael, Dave Anderson, Timothy Archibald, Roger Ballen, Thomas Bangsted, Juliana Beasley, Nina Berman, Elinor Carucci, Kelli Connell, Paul D’Amato, Tim Davis, KayLynn Deveney, Doug Dubois, Rian Dundon, Amy Elkins, Jim Goldberg, Emmet Gowin, Gregory Halpern, Tim Hetherington, Todd Hido, Rob Hornstra, Eirik Johnson, Chris Jordan, Nadav Kander, Ed Kashi, Misty Keasler, Lisa Kereszi, Erika Larsen, Shane Lavalette, Deana Lawson, Joshua Lutz, David Maisel, Mary Ellen Mark, Laura McPhee, Michael Meads, Andrew Moore, Richard Mosse, Zwelethu Mthethwa, Laurel Nakadate, Ed Panar, Christian Patterson, Andrew Phelps, Sylvia Plachy, Mark Power, Peter Riesett, Simon Roberts, Joseph Rodriguez, Stefan Ruiz, Matt Salacuse, Alessandra Sanguinetti, Aaron Schuman, Jamel Shabazz, Alec Soth, Amy Stein, and others.

4 curiosidades sobre Tarsila do Amaral

Tarsila do Amaral (1886-1973) foi uma grande artista brasileira, tem uma vasta produção e um colorido que é só seu!
Não participou da Semana de 22, mas isso não diminui a sua importância, a influência que exerceu na arte moderna brasileira.
E além de super talentosa, ainda oferecia almoços bem brasileiros em seu ateliê, servindo feijoada e caipirinha. Gostaria de ter conhecido Tarsila hein…
As curiosidades que estão aqui na tela são apenas algumas, todas do site oficial da artista tarsiladoamaral.com.br que eu recomendo muito para quem quer conhecer mais sobre a artista!
E aí, qual a sua obra favorita de Tarsila do Amaral?
#tarsiladoamaral #tarsila #artebrasileira #artemoderna

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